Fetiche: scat, um tabu que talvez seja mais que apenas tabu…

fetiche scat

Minha Eos me trouxe um link para eu ler um artigo sobre um scater que é esclarecedor e vai tirar as dúvidas de algumas pessoas que têm curiosidade sobre o tema. O scat é um fetiche pouco comum no BDSM, porque muita gente tem nojo ou mesmo aversão a fezes. E este é um artigo brasileiro, com a palavra de um praticante sério do fetiche, que julgo ser relevante, ao menos a título de curiosidade para se ler. Não é das leituras mais agradáveis para quem não curte o tema, mas serve para esclarecer um pouco o assunto.

Há muito material em vídeos, livros e artigos na internet sobre o tema, mas muita coisa estrangeira, esta é a primeira vez que vejo um artigo do tema que seja brasileiro e que tem um contato sério por trás. Obviamente há bastante conteúdo brasileiro a respeito, mas como não é uma prática que me atrai, esse caiu no colo e vale compartilhar.

Este é o link do artigo: Entrevista com um homem que curte SCAT

 

 

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Submissa é uma coisa, masoquista é outra…

Submissa ou masoquista?

É preciso entender que o que chamamos de D/s (dominação e submissão) é relacionado mais à forma psicológica de que é tratado o papel que a parte submissa assume, e tem prazer com isso, sente-se realizada, a ponto de fazer as vontades da parte dominadora, uma vez que é justamente assim que ela sentir-se-a plena.

No caso do que chamamos de SM (sadomasoquismo) a parte sádica tem prazer em causar dor ou sofrimento à parte masoquista, (de forma consensual) que por sua vez sente prazer no sofrimento ou dor.

É extremamente comum que haja uma “intersecção” entre o papel submisso e masoquista, de forma que você encontre pessoas que têm prazer na submissão e gostam de dor em grau moderado. Isso faz com que as práticas de D/s tenham quantidade moderada de dor ou sofrimento, seja usando velas, açoites leves, spanking leve, torturas leves, seja por cansaço, dor ou de forma psicológica. Mas não é tão comum que masoquistas que assumem o papel de forma abrangente, sejam submissos, pois o masoquismo não está inserido nas práticas de submissão.

Obviamente, com a complexidade humana, nós temos perfis que misturam os dois papéis e isso não está errado, não há nada errado em ser assim ou assado, pois o objetivo é sentir-se feliz, pleno, seja num ou noutro papel.

O ideal é experimentar algumas práticas dos dois papéis e procurar definir exatamente o que lhe atrai, o que lhe dá prazer.

Quando você tem esse papel bem definido, você pode explorar profundamente suas vontades. Se você mescla os papéis, precisa ter em mente os limites de um e de outro, uma vez que dependendo da outra pessoa envolvida, um papel se mostrará mais evidente, mais aparente, em relação a outro. Por exemplo, se você se relaciona com um dominador que não é sádico, ele pode até ter práticas que revelem traços de sadismo, mas ele se aterá às práticas mais envolventes, menos físicas. E se você se relaciona com um sádico, ele pode não cobrar uma postura submissa sua, mas lhe tratar de forma mais “dolorida”.

A questão de alguns “dominadores” serem mais brutos, ríspidos ou sem noção mesmo, quanto ao respeito à outra pessoa, é advinda de outra ordem; sejam falta de educação, distorção do conceito BDSM, machismo que não foi controlado, questões culturais, etc… Pois para ter uma submissa, é preciso que ela queira ser submissa, não pode-se obrigá-la a isso, pois sairia do conceito básico do SSC (são, seguro e consensual) e não seria BDSM, seria brincadeira de adulto. Para se ter ideia de como isso funciona, eu conheço sádicos que namoram a sua masoquista, elas não têm comportamento submisso, mas obviamente demonstram um comportamento mais manso, é evidente quem comanda a relação, e nas práticas há spanking e torturas pesadas, a ponto dos expectadores acharem que não existe um limite, e depois, os dois bebem juntos, sorrindo divertidamente, beijando-se, sem qualquer ritual de comportamento submisso.

Há papéis que utilizam uma “encenação” mais elaborada e isso é outra história, então devo tratar a respeito em outro momento. Pois são igualmente importantes e contém detalhes ricos a se abordar. Só para se ter ideia, é algo como ter formalidades que exaltam o papel de dominador e submissa.

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Um excerto BDSM

Coleira-BDSM-OHá algum tempo tive a felicidade de ler algo que acredito que seja uma bela demonstração, para leigos (por tratar de forma simples e muito direta), do que significa o laço que a coleira representa. Uma relação BDSM e o que mais vem no pacote.

Trata-se de um texto que a Cris_VERDUGO escreveu e que eu não tiraria sequer uma palavra, pois é de forma muito clara e eficiente, que ela diz o que precisa ser dito.

Gentilmente cedido pelo Senhor VERGUDO, transcrevo na íntegra aqui, o texto. E agradeço à Cris_VERDUGO pela colaboração com o meio, daquelas atitudes que precisamos mais na vida, não só no BDSM.

Enjoy!

 

Eu acredito que poucas coisas no BDSM são mais significativas do que a coleira usada por um escravo que tem Dono… A coleira é o símbolo máximo de compromisso entre um Dominante e um escravo… É uma marca de propriedade… É uma aliança… É a prova cabal que sua submissão é reconhecida pelo seu DONO.

Ter com alguém um laço de servidão tão forte implica sempre numa entrega sem reservas… E essa entrega, por vezes, cria situações contraditórias… A sensação de que quanto mais me ajoelho aos pés dele, quanto

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Filme BDSM completo online: Ecstasy in Berlin 1926

 Para assistir esse filme, você precisa ser um usuário cadastrado, por ser conteúdo restrito. É rápido, você se cadastra e e confirma clicando num link em seu e-mail e pronto….

Vídeo BDSM – Cenas BDSM de época: Ecstasy in Berlin 1926

Assisti esse filme há poucos dias e gostei muito da adaptação, é algo sem diálogos e você vai ver que não é preciso. Cita algumas das principais práticas e numa pegada que eu gostei muito, é o tipo de conteúdo que convence os mais medrosos a experimentarem algumas coisas.  Claro que ele tem trechos que parece muito light a coisa, mas é artisticamente muito acertado. Eu gostei muito e por isso compartilho com vocês.

Sinopse recolhida na web:

Ecstasy in Berlin 1926

Filme BDSM para assistir online: Ecstasy In Berlin 1926

Direção: Maria Beatty
Artistas: Sonya Sovereign e Paula Rosengarthen
Duração: 45 min.
Ano de produção: 2004

Decadence avec elegance, como já cantava Lobão, é o que caracteriza essa produção e outros filmes produzidos e dirigidos por Maria Beatty para seu selo Bleu Productions.

Com fotografia P&B e colorizações, essa produção de altíssimo nível erótico e artístico (sim, é possível ser os dois ao mesmo tempo) tendo o BDSM como foco do começo ao fim. Apesar de ser uma obra explícita e dirigida ao público adulto, a produção e direção por serem feitas por uma mulher (Maria Beatty) e protagonizada (como em todas suas produções) somente por mulheres, tem um clima mais leve e palatável até para quem não seja um amante do tema.

Ambientado na época do título (óbvio), o filme mostra a relação de uma submissa e sua senhora, desde o momento da sedução e conquista da escrava e utilização de entorpecentes (heroína) até o fim do encontro após sessões de bondage, spanking, fetiches… Sempre com trilhas e sonoplastia refinadas e surpreendentes. (não concordo com essa coisa das trilhas)

 

Seus comentários são bem-vindos e com certeza irão colaborar com nosso meio, que tal exprimir sua opinião a respeito?

 

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livro BDSM para download PDF – Sadomasoquismo sem medo

livro-download-pdf-bdsm-sadomasoquismo-sem-medoTaí um livro que pode ser útil… gosto da abordagem da autora Wilma Azevedo, claro que algumas coisas não concordo, mas opiniões e pontos de vista diferentes só têm a agregar. Esse é um livro que sei que algumas pessoas precisam ler. Fala das práticas, com relatos instrutivos e interessantes, sem ser uma bíblia.

Faça download do livro BDSM aqui: Sadomasoquismo Sem Medo – Wilma Azevedo

 

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