Fragmentos dos meus devaneios: Sobre empréstimo

Sobre empréstimo no BDSM

O empréstimo de escravas não é muito comum no BDSM, apesar de afirmarem o contrário

Digo isso porque algumas pessoas afirmam que são liberais e que fazem o empréstimo das suas subs, ou bottoms, na minha opinião, com o intuito de não estabelecer vínculos mais fortes e gerar afeto na relação com o bottom.

Que fique claro que não estou falando de menage*, isso é outro assunto.

emprestimo-de-escrava

Empréstimo é algo que é feito com escravas especificamente, subs (requer envolvimento maior, algo afetivo), em geral não são emprestadas, elas podem ter contato com baunilhas (para os doms liberais, como eu), mas não terão contato/sessões com tops. Pois dom é único… Só ele domina. Eventualmente dominadores levam suas subs para experiências com bondagistas (fetichistas), ou sádicos (quando o dom não oferece a experiência que o sádico propõe, como uma técnica específica com agulhas por exemplo), mas pela lógica do empréstimo, em geral é só o sádico mesmo que faz isso…

Para ter humilhação, algo como o public disgrace, degradação, esse tipo de coisa, como elemento principal. Quando um dom faz empréstimo da sua sub (na minha opinião, pois isso não é generalizado), ele tem envolvimento superficial com ela. Aí ela seria uma “avulsa”, por conta das sessões esporádicas e sem qualquer compromisso das partes, nem da sub.

Vantagem do empréstimo: Se as partes envolvidas procuram experiências em quantidade, essa é uma boa forma de conseguí-las.

Desvantagem: relações superficiais e limitadas, sem entendimento real e seguro dos limites do bottom, o que significa risco a TODOS os envolvidos. Além de confundir a linha conceitual de dominação de cada top. Pois a sub seria conduzida de formas diferentes simultaneamente. Isso é quase garantido: Prejuízo psíquico do bottom (se houver uma relação D/s de verdade, e não for avulsa).

Eu sempre fico pensando sobre coisas e Às vezes escrevo algo, que vez ou outra consigo um tempinho para vir compartilhar. Seria interessante que houvesse comentários, com opiniões divergentes e à favor, porque acredito que só assim podemos abrir a cabeça para novas ideias e pontos de vista, que tal participar?

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Eos: e então, o início.

Eos de Drácon

Ela estava tensa, pálida, suas pernas tremiam, os seus lábios estavam secos.

Era a primeira vez que ela o encontraria. Ele a todo momento fora claro e seguro, não deixando espaço para dúvida ou desconfiança.

Ainda assim, o toque, o cheiro, a voz e a energia de quem estava prestes a dominá-la, faziam parte do desconhecido. Um desconhecido assustador, cheio de fantasias e perguntas ocultadas.  A preocupação constante da não aprovação. O desejo por ser aceita. Cada pequeno preparo para seu dono, a faziam sentir radiante. Era para ele, somente para ele, e os detalhes a faziam sorrir. A escolha da lingerie, do perfume, da maquiagem…

Era chegada a hora de seu  “first blind date” (primeiro encontro às cegas).

Quando o assunto foi abordado a primeira vez, ela sentiu contrair o estômago, sua cabeça deu um nó. Medo, curiosidade, desejo… Ela já não saberia dizer não… As conversas evoluíram. A certeza de que o pertenceria, estava entranhada em seu corpo, sua mente. Ele era tudo que uma submissa poderia desejar para si. Era inteligente, seguro, paciente , sobretudo um grande conhecedor do universo tão fascinante e atraente que ela deseja adentrar. Ele era a pessoa certa! Ela por sua vez, atentava para tudo que ele a ensinava. Absorvia suas o opiniões. Desejou imensamente ser a melhor escolha dele. Sabia o que tinha a entregar. Só pensava em estar pronta. Até chegar o dia, sentia mistos de medo e desejo…

Chegou o dia. Ela no aeroporto, não era sua cidade, mas era o grande dia. Ela sabia o que fazer, foi ao banheiro, molhou o rosto, não queria parecer desesperada. Tremia. Não havia como evitar. Pensou em comer algo, desistiu. Eis que o telefone toca “oi menina, sabe como deve fazer, ao entrar no carro, feche os olhos, você será vendada”. Sentiu enjoo. Temeu não suportar tamanha emoção. Obediente, fez exatamente como ordenado. Chegaram ao hotel. Ela saiu sem olhar para trás. Seu nome estava na reserva do quarto. Tinha uma hora para estar pronta. Ele voltaria. Era uma ordem. Ela entra no banho, demora. Experimentou todas as lingeries que levara. Liga a TV. Desliga. Põe uma música no celular, desliga. Se examina trinta vezes diante do espelho. Faz um exercício de relaxamento. Nada ameniza a tensão e ansiedade. Prende os cabelos, menos alto, mais frouxo. Sentiu um calafrio, faltavam poucos minutos. Se ajoelha de costas para a porta, só de lingerie, cabelos presos, nuca a mostra. A Respiração ofegante, as pernas fraquejam, o coração na boca. Ouve o barulho da fechadura. Pensa: meu dia chegou, meu Dono está aqui. Ninguém jamais poderia imaginar tais sensações, somente estando em seu lugar, pensava ela. A cada passo de seu Dono, em sua direção, seu coração saltava forte, a respiração gritava, sem disfarce, no silêncio do quarto. Ele a toca no pescoço, fala em seu ouvido, seu corpo a golpeia quente e forte. Sente o líquido escorrer e suas bochechas corarem…

De olhos vendados, entregue, cabeça baixa e mãos para trás, sentiu-se completa, em seu lugar, nua, vulnerável à vontade de seu Dono.

Encoleirada, sentiu-se estranhamente a vontade.

Assim permaneceu por horas, vendada, exausta, usada, nua. Se manteve em silêncio, aguardando qualquer manifestação de seu dono. Sabia que depois desse momento sua vida jamais voltaria a ser a mesma…

Eos de Drácon

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Conto filtrado: Os prazeres do Dono

Esse é o primeiro post em que estou selecionando um conto filtrado… “Os prazeres do Dono” 

vou procurar compartilhar com vocês desta forma, alguns contos, estórias e textos que encontro pela internet afora, em alguns casos em inglês, mas vou procurar traduzi-los e só vou compartilhar o que julgo que valha a leitura.

Eu estava sempre sobre o efeito dos prazeres do Dono….
Estava sempre
com desejo de gozar
E fui conversando com Dono sobre novas sensações
foi uma conversa deliciosamente sádica
Dono é sádico.. coisa que essa cadela adora!!

Dono diz:
Minha cadela, você sabe o que deve fazer

Cadela rapidamente colocou o corselete branco, coloquei uma calcinha fio dental, as meias 7/8, coloquei o sapato e fiquei esperando o Donobondage bdsm Mas bastava somente um olhar já era suficiente e essa cadela sabia o que fazer, porque o olhar dele de luxuria, desejo era inconfundível,

Dono estava muito serio e me manda ajoelhar,sem dizer nada eu ajoelhei,olhando em seus olhos, Dono simplesmente pegou meu cabelo, levando minha boca para seu pau,então abri minha boca e comecei a chupá-lo,brinquei com minha língua em seu pau,fiz movimentos de vai e vem, engasguei algumas vezes mas estava adorando,ser usada por ele

Dono adora judiar da cadela, e sabia que isso me excitava ao extremo, eu já estava toda molhada
Sinto o ardor de um tapa em meu rosto, olhei para o Dono.

Dono:
Cadela vadia, porque você esta sem a coleira,nem deveria ter tirado

Quando pensei em abrir a boca para responder, recebi outro tapa

Dono:
Cala a boca, cadela

Obedeci e continuei a chupá-lo, mas com apenas um gesto ele me levanta,me ordena que fique,somente com os sapatos,me ordenou para deitar na cama e abrir bem as pernas.

Dono rapidamente pegou o chicote,veio ate mim me deu um beijo ardente,meus seios já estavam rígidos ele sabia que eu estava toda molhada para ele,podia se sentir o cheiro dessa cadela no cio a distancia
Sem perceber ele estava em pé a minha frente e eu ali toda aberta, ele me observou por instantes intermináveis com o chicote na mão.

Dono:
vire-se cadela de quatro pro Dono agora

Eu podia gozar,somente com aquela voz,era dele,era por ele,e sua voz estava com o desejo que meu corpo causava a ele
Logo me assusto com um estralo, meu corpo estremeceu quando abro os olhos DONO estava dando chicotadas nas minhas costas que se encolhia com a dor, fazendo com que saísse lagrimas de meus olhos, como eu gostava de me sentir ali e isso me excitava cada vez mais.

Dono decidiu me algemar e logo em seguido trouxe uma vela,aqueles primeiros momentos foram cruciais seu olhos,e minha expectativa para o encontro dos pingos no meu corpo,ahh mexeu com meu desejo…Senti o primeiro pingo cair sobre um dos meus seios, ardeu queria gritar, mas não o fiz, DONO continuou pingando descendo pela minha barriga… Sentia dor, mas acima de tudo sentia prazer excitação, gostava de ser torturada por ele

Ele então fica entre minhas pernas e começa a bater com o chicote em minha buceta, ele batia forte, muito forte, sentia me como pegando fogo, mas mesmo assim minha buceta escorria de tanto tesão,gostava de te-lo batendo em mim daquela forma…
Dono foi brincando com a cadela… observando cada detalhe
conduzindo com o chicote

DONO parou de me chicotear minha buceta e foi beijá-la, deu leves beijinhos,e estava ardendo e vermelha, subiu beijando até chegar a meus seios, ajeitou-se entre minhas pernas e colocou todo o seu pau em mim, movimentando-o lentamente aumentando sua velocidade cada vez mais, o sentia ele ir bem fundo em mim…sentia cada pulsar de tanto tesão.
Dono introduzia tão rápido, entrava e saia, cadela resmunga para o Dono..um pedido de socorro
e não demorou muito…

Dono então ordenou
que lhe entregasse esse prazer
que me alucinava
e eu então devassa, cadela no cio
gozei deliciosamente

Dono ainda não havia gozado ele me estocava com força e velocidade impar e me puxou rapidamente e colocou seu pau em minha boca, naquele momento eu engoli todo o seu gozo… ali essa era minha única posse poder beber dele,logo que terminei de engolir
Dono me soltou e se retirou a tomar um banho, não antes de me deixar seu sorriso de satisfação e orgulho

Artigo retirado de http://submissavirtuosa.blogspot.com.br/2013/02/os-prazeres-do-dono.html

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